sexta-feira, 4 de junho de 2010

O Buraco Por Onde Vejo a Chuva Cair

O poster de seus ídolos o encarava. Já era noite e o jovem pensava calado, como se algum de seus pensamentos vez ou outra pudesse sair de lá e invadir os demais locais de sua casa. Não, isso não era possível. Este jovem, guardava seus delírios filosóficos para ele mesmo pois ninguém mais entenderia a sua mente louca em plena madrugada de uma sexta-feira qualquer. A mente é um porto a espera de respostas. A mente é um poço de inutilidade. A mente é... E apenas é, diria ele.


E nisto, seus posteres multicoloridos voltam ao seu local de origem deixando sonhos, ilusões e um pouco mais de inspiração para o dia seguinte. Porque ali ninguém entendia de portos ou de poços e muito menos de ilusões.

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