Poucas palavras na escuridão
São muitas palavras
Poucas palavras numa discussão
São poucas palavras
Poucas palavras para a multidão
São apenas palavras.
Às vezes estamos tão ocupados com futilidades que esquecemos das verdadeiras urgências da vida, como quem amamos, quem respeitamos e de quem somos amigos.
Pois lhes digo, amem a si mesmo, tenham filhos,netos,família. Não percam tempo lendo bulas de remédios. Passem mais tempo com seus parentes, porque certo dia eles não estarão mais aqui. Beba água,vinho,cerveja. Coma caviar,lagosta e só para não se acostumar miojo. E por fim, não reclame de sua casa, de seus aparelhos eletronicos ou de quão chata é a aula da noite passada. Porque um dia você sentirá falta de tudo isso. Pois você pode não admitir mas está envelhecendo. Seu time já não ganha mais nada, sua coleção de tampinhas não vale nem dois reais e aquele terreno na esquina que um dia foi sua escola, hoje é um estacionamento.
Milhões de vozes, milhões de pessoas, um milhão de reais. O que eu vou fazer com toda essa grana? E com toda essa gente que não sabe o que é perder? Trabalhar muito, pensar pouco. Você sabe quanto suor eu tive que tirar para te comprar essa carne?
Não sei. Até porque desde que nasci nunca precisei comprar carne. Mas sei que sem mim você não conseguiria.
Brasil, ame-o ou deixe-o morrer.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
O Buraco Por Onde Vejo a Chuva Cair
O poster de seus ídolos o encarava. Já era noite e o jovem pensava calado, como se algum de seus pensamentos vez ou outra pudesse sair de lá e invadir os demais locais de sua casa. Não, isso não era possível. Este jovem, guardava seus delírios filosóficos para ele mesmo pois ninguém mais entenderia a sua mente louca em plena madrugada de uma sexta-feira qualquer. A mente é um porto a espera de respostas. A mente é um poço de inutilidade. A mente é... E apenas é, diria ele.
E nisto, seus posteres multicoloridos voltam ao seu local de origem deixando sonhos, ilusões e um pouco mais de inspiração para o dia seguinte. Porque ali ninguém entendia de portos ou de poços e muito menos de ilusões.
E nisto, seus posteres multicoloridos voltam ao seu local de origem deixando sonhos, ilusões e um pouco mais de inspiração para o dia seguinte. Porque ali ninguém entendia de portos ou de poços e muito menos de ilusões.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Ind[ústria]ependência
Não sei o que falta a essa juventude
Se é respeito ou atitude
Aonde estão os carros tombados
E os discursos inflamados
De que o mundo estava acabado?
Não sei,confesso que parei
De tentar achar espíritos revolucionários
No meio de retardatários.
Tantos jovens, tão descolados.
Mentes abertas, corações calados.
Todo o dia as mesmas conversas
De que estão cansados
Coitados!
Morrerão cedo, pelo seu pecado.
Sem entender
Que as consequências
Vem de seus atos
E que a independência
É fruto do trabalho
Viva Ernesto!
Viva Fidel Castro!
Se é respeito ou atitude
Aonde estão os carros tombados
E os discursos inflamados
De que o mundo estava acabado?
Não sei,confesso que parei
De tentar achar espíritos revolucionários
No meio de retardatários.
Tantos jovens, tão descolados.
Mentes abertas, corações calados.
Todo o dia as mesmas conversas
De que estão cansados
Coitados!
Morrerão cedo, pelo seu pecado.
Sem entender
Que as consequências
Vem de seus atos
E que a independência
É fruto do trabalho
Viva Ernesto!
Viva Fidel Castro!
sábado, 17 de abril de 2010
Esta noite, Melissa, é toda Sua. (egne)
Há algo de misterioso no seu olhar
Não posso entender o que é
Talvez uma imagem
Talvez uma palavra
Não sei, é algo indecifrável
Quem nem mesmo as palavras
Podem decifrar
Caminhas de um jeito forte
Como a rebolar
Traqueios livres
De uma mulher vulgar
Sois o fruto do pecado
Sois a mulher do diabo
Soias a jóia rara
Prestes a ser lapidada
E quem te dá vida
Se não eu?
Fruto do meu olhar
E dos meus desejos
Que passa a semana
Estudando teus medos
Enquanto de braços abertos
A te receber.
Mulher linda
Garota de sempre
Moça entendida
de todas as minhas leis
Segue teu rumo
Longe de mim
Porque sei
Que a partir daí
Não serás de mais ninguém
Não posso entender o que é
Talvez uma imagem
Talvez uma palavra
Não sei, é algo indecifrável
Quem nem mesmo as palavras
Podem decifrar
Caminhas de um jeito forte
Como a rebolar
Traqueios livres
De uma mulher vulgar
Sois o fruto do pecado
Sois a mulher do diabo
Soias a jóia rara
Prestes a ser lapidada
E quem te dá vida
Se não eu?
Fruto do meu olhar
E dos meus desejos
Que passa a semana
Estudando teus medos
Enquanto de braços abertos
A te receber.
Mulher linda
Garota de sempre
Moça entendida
de todas as minhas leis
Segue teu rumo
Longe de mim
Porque sei
Que a partir daí
Não serás de mais ninguém
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