quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

História do Viajante sem Nome I

Dentre as cabanas daquela região, um homem perdurava diante as gerações. Sua sombra nos remetia sobre todos os objetos. Adorava cultuar lugares, fazia disto um hobbie. Os lugares por onde passou eram repletos de histórias sobre índios, fazendas e cavaleiros. As paisagens que se repetiam na cabeça deste homem, nos levavam a viagens sem volta para terras encantadas, onde a ordem e a harmonia predominavam. Seguíamos a cavalo em direção ao horizonte, o que víamos eram campos abertos, alguns bosques e ao fundo montanhas. O nosso passado nos trouxera aqui para cumprirmos a nossa missão, que daquele ponto em diante, parecia impossível. Os homens de boa fé, nos guiavam pelas encruzilhadas do caminho. E tudo que devíamos fazer era deixar uma rosa a cada cruz e rezar uma oração a Nossa Senhora de Guadalupe. Respeito mútuo tanto do homem consigo mesmo, quanto com a natureza. Esta tão bela pelas redondezas que ao pôr-do-sol nos deslumbrava com a noite mágica de histórias e de surpresas. Víamos a noite cair repentina e as nossas barracas que já estavam velhas de tanto uso, os cavalos comiam a grama molhada da irrigação.

O velho já estava a dormir, e o som dos grilos e dos vaga-lumes me pareciam uma orquestra ministrada pelo som das aves de rapina. Aquela noite seria perfeita se não fossem as moscas ao meu redor e ao cheiro desagradável daquele mato sem dono.

A Fonte da Juventude ou De Onde vem a Inspiração


Se os homens soubessem o futuro, as máquinas não existiriam, pois saberiam que num futuro alguém as faria. A eterna espera acarrentaria na não existência das máquinas. Enquanto esperamos as coisas acontecerem, alguém vai lá e coloca uma pedra sobre tudo isso. No futuro, saberemos o que ocorreu,já neste instante, jamais decobriremos o que ocorreu com aquela pessoa tão desejada neste último minuto. Se sabermos o que ocorrerá, perderemos o medo, talvez falte coragem, mas o medo não nos devorará vivos. Seríamos escravos do futuro. Atualemnte, muitos são escravos do passado, e é através destes, que a vida perde seu sentido. Se viver o presente é o que há, porque pensar nas consequências. Se pularmos em uma piscina, em um frio de 3 graus negativos, talvez ficaríamos doentes, logo não o fizemos. Entrtanto, não há como saber se realmente ficaríamos gripados, pois jamais alguém o fez. E assim passam-se os anos, o homem repudiando situações, com medo de suas consequências. Penso que devemos pensar nas consequências, entretanto calcular sua verocidade. Um dia errando, jamais haverá segunda chance, ao menos que haja um motivo real para tal ato.

Por isso, talvez este seja a minha promessa de 2008, conseguir fazer com que o passado não me destrua, que o presente seja eterno e que o futuro perdure ao tamanho dos meus sonhos. Muito inspirador se não fosse escrito por um viril camponês


"Toujours il y aura parfum dans la main dont des fleurs"

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Sobre aqueles que vem do Norte...


Em um sucinto momento, aquele dia virara noite, os homens daquela cidade se trancafiaram em suas casas em busca de respostas e tudo que acharão foram grãos e açúcar.O som dos pássaros nas pitangueiras era tão suave que até o vento se arrependia de soprar por aquele local. Os lobos pareciam dóceis, os homens daquela região pareciam se distrair com o ruído das folhas.Mas o trabalho intenso e as conversas de botequim se concentravam aos redores do campo.


E esta é a cidade dos sonhos, onde otrabalho existe em forma de sonho e onde as pessoas que ali nascem, vivem eternamente para brilhar nos campos de resistência.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Declaração a Ninguém


Se na vida de um homem, ele deve tomar decisões que sejam estas aproveitosas. Se na vida de um homem, ele deve respeitar a todos com clareza que estes sejam gentis. Se todo homem deve buscar a perfeição que esta esteja próxima. Se todo homem um dia erra, que não seja apedrejado. Se durante toda a vida eu sofrer, que sofra de felicidade.



Hoje estou me sentindo um tanto quanto poético... O problema disto são estas vozes que ficam lhe citando canções...


Quanto aos ratos, que deixem-nos morrer, pois depois de mortos, nada fazem.Qunato ao rei, diga-o que já consolei sua princesa.Diga também, que seu reino está tudo bem e que o incêndio na fábrica já passou. Quanto aos cavaleiros? Estão bem, sofrendo de um mal ainda desconhecido, sentindo dores no peito e alguns bêbados cambaleantes estão os importunando.



Despeço-me dizendo que a alma está pronta para a luta...



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Misturando a vida com a arte...


Grande é o desejo do homem de mudar, pequeno são os atos para mudá-lo, e é assim, desde jeito meio poético que inicio este blog, que no meio de tanta informação será apenas uma fonte de inspiração para mim ,e para os poucos que lerão isto...

O homem que se diz poeta, jamais será um, pois poesia é muito mais que exaltação, poesia é muito mais do que um ritmo de expressão, a poesia é a forma da alma expressar-se enquanto vida, é a manifestação de um todo sobre uma parte de um só. É a diferença entre o sorrir, o chorar, o cantar e o saber.